Peixinhos da horta, a tempura original.

Peixinhos da horta, a tempura original.

A influência do português na gastronomia.

Gosta de pratos típicos e exóticos?

Quando foi a última vez que foi a um restaurante japonês jantar?

Não consegue tirar aquela tempura da cabeça?

Será que se apercebeu que, na realidade, estava a desfrutar de um prato tipicamente português?

Pois é. A teoria (mais que provável) da origem deste prato refere que durante a época dos Descobrimentos Portugueses, no século XVI, os missionários jesuítas portugueses tinham forte presença no Japão. Estes homens, a quem os Japoneses se referiam como “os Bárbaros” por não usarem os Hashi (talheres asiáticos, os pauzinhos) e por serem muito peludos, ou como “os homens de chapéu e mosquete”, introduziram uma nova forma de cozinha – os fritos em óleo ou azeite.

Durante a quaresma (ad tempora quadragesimae), os missionários não comiam carne, pelo que se tinham de cingir ao peixe, aos legumes e ao marisco.

Os Japoneses apreciaram particularmente estes alimentos fritos envoltos numa camada de pão, ou farinha, e aperfeiçoaram o que é hoje a tempura tradicional japonesa.

Peixinhos da horta, a tempura original.

A palavra “tempura” tem várias origens possíveis, sendo que duas são mais prováveis. Alguns dizem que “tempura” deriva do período da quaresma “tempora”. Outros referem que o termo deriva do verbo “temperar”.

Os “nossos” Peixinhos da Horta também têm este nome por uma razão. Em Portugal, o peixe frito (normalmente “petingas” ou “jaquinzinhos”) é bastante popular, especialmente no litoral. No entanto, havia um problema para quem vivia longe da costa – o peixe fresco nem sempre chegou com facilidade ao interior, onde o prato também era apreciado por quem o tinha provado. Como bons Portugueses que são, as pessoas do interior resolveram o problema ao criar o mesmo prato de peixe frito, mas com feijão verde. Assim nasceram os “Peixinhos da Horta”, a nossa tempura, a tempura original.

Existem inúmeros casos de influência da cultura e da culinária portuguesa em todo o mundo, desde a tempura japonesa, passando pelo feijão no Brasil, pelo porco Pata Negra do famoso jamón espanhol, pelo frango em África e terminando nos vinhos do Porto e da Madeira nas reduções do Reino Unido.

Mas não é só na culinária que nos destacamos.

A sua empresa, a sua ideia, o seu produto. Dar a conhecê-los ao mundo é, hoje em dia, mais acessível e acarreta menos riscos. Se for bem acompanhado, não tem de se preocupar com que o “seu” Pão de Ló ou a sua Tempura deixem de ser seus.

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